domingo, 20 de fevereiro de 2011

Informativo Plano Codorna e Santo Taberneiro


Depois de um tempo off venho novamente com outro post para informar que nossa pequena historia já possui uma continuação, existe alguns parágrafos do dia seguinte ao primeiro texto do Plano Codorna...
Outra questão é que o titulo da historia, como já falei “Plano Codorna” é apenas provisório, quem tiver alguma ideia para um titulo definitivo ficarei feliz em analisá-lo.
Irei esperar certo tempo para postar a próxima parte, quero ter uma fidelização melhor com o blog antes de postar mais alguma coisa da historia, mas enquanto isso postarei outros textos
Quem tiver algum texto e que queira que seja colocado aqui ficarei feliz em fazer isso, por sinal, já existe um texto em vista de uma outra pessoa, fiquem atentos que logo será postado aqui...

Dia de Outono


Mais um texto saudosista, um momento romântico de um belo casal... Espero que gostem!



Apesar de não saber qual dia da semana era, mas sei que aquele dia nós não acordamos com despertadores.
Acordamos com o sol de outono rasgando as janelas transparentes e iluminando nosso quarto, assim que acordei me virei para tentar vê-la dormindo, mas assim q fiz eu a vi se espreguiçando, toquei seu rosto e você soltou um belo sorriso seguido de um ‘Bom Dia’.
Nosso café da manhã foi rodeado de uma leve preguiça, ainda causado pelo sono, e uma constante alegria. Comemos algumas frutas, vitaminas e dividíamos um pão com margarina, apesar de ter sido dois ou três, mas sempre dividíamos.
Lembro-me de seu vestido vermelho, para mim era muito mais que uma roupa que caia bem em você. Você gostava de usá-lo em casa, nunca saíra com ele e isso significava que passaria o dia comigo, não sairíamos de casa e ficaríamos sempre juntos.
Durante a manhã passamos com nossos cachorros, fizemos com que eles corressem, mas também acabamos correndo muito, cuidamos de nosso jardim o qual os cachorros respeitavam também, não era cercado, mas eles poucas vezes chegavam lá.
Fizemos o almoço juntos, sempre com carinhos. Eu dava um abraço e beijava sua nuca, gosto de lembrar como você se arrepiava quando fazia isso.
À tarde fizemos muitas coisas, assistimos ao filme que adoramos, conversamos bastante, ficamos com os cachorros e gatos e é claro, namoramos bastante. À noite fizemos o jantar juntos novamente, mas agora acompanhado de alguns drinks, que por sinal duraram mais que a comida.
Até que o dia foi fechado com uma frase sua, cheia de alegria e esperanças:
- Ainda teremos dias iguais a este, e muitos com a companhia de nosso filho que está por vir.
E foi assim, alguns meses depois veio nossa pequena, e até hoje temos dias tão alegres como esse.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Saudosismo de uma beleza qualquer

 Texto produzido há onze meses... Um relato de uma noite após um dia monótono de rotina...

Não me lembro muito do que eu iria escrever quando te vi, mas do seu corpo, seu rosto e seu olhar vou me lembrar por certo tempo.
Seu corpo possui formas belas, sem exageros, era simples e belo, daqueles que me orgulharia em poder abraçar. Seu rosto lindo, não era dos mais belos, mas chama a atenção de bons homens.
Em um dado momento vi seus olhos vasculhar meu rosto, com seu brilho me paralisando e tirando a atenção a minha leitura, a qual eu voltei quando tiraste o encanto de mim. Lembro de ter visto por um momento um sorriso saindo de sua bela boca, sorriso com graça, felicidade e amor, diferente de muitos que existem por aí.
Quando a vi novamente em pé, já estava mais próximo de ti, seu corpo me mostrou mais beleza nas formas do que pude ver anteriormente. Seus passos rápidos demonstravam pressa e medo, provavelmente por conta do horário e pelo local por onde passávamos. Isso se confirma quando se encontra com uma senhora de cabelos grisalhos, pele pálida como os seus, e com uma imensa serenidade no olhar, serenidade ficava maior e acompanhava felicidade quando você se aproximava
Por fim fiquei brincando com quais palavras iria colocar aqui e acabei não a vendo você entrar na rua que recordo muito de minha singela infância.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Plano Codorna

Alguns já leram este pedaço de texto no blog do meu grande amigo Eduardo, mas o Santo Taberneiro vai trazer mais informações sobre o andamento deste trabalho e quem sabe mais alguns Teasers.
O Plano Codorna ainda não tem nada definido, não tem nome, não tem histórias concretas, por enquanto ainda são textos aleatórios sobre o mesmo tema, inclusive o nome ‘Plano Codorna’ poderá ser modificado. Espero que este blog e a opinião de vocês ajudem na complementação dos textos.
Como já disse o Santo Taberneiro irá informar mais algumas coisas do Plano Codorna, espero que gostem dos textos e aguardem para o próximo post.
Abaixo estou passando o primeiro teaser do Projeto Codorna, e quem quiser ver a ilustração do Eduardo acessem o blog dele http://vezporuma.blogspot.com/.
A respeito desse primeiro texto, ele conta a história de um dos personagens principais, Andros, é provável que a história possa correr envolta desse personagem, mas não fiquem animados, provavelmente teremos 12 (doze) personagens de grande relevância, por enquanto divirtão-se com uma pequena parte da história de Andros.



Olhando a Lua por entre as árvores o fez lembrar de sua bela amada, que lhe trouxe outras boas lembranças e um sorriso em seu rosto, mas o gosto de sangue e a visão turva o trouxe de volta a realidade – A Luta - dizia sua mente.
A luta acabara há algum tempo, existiam poucos homens ainda de pé e esses poucos vasculhavam os corpos atrás de sobreviventes.
Andros ficou estático por um bom tempo, tentando relembrar todos os momentos durante a luta, mal conseguia se mexer, porém quando tentava, sentia seus membros rangerem feito porta de madeira velha, envolto de uma leve dor.
Parado, pensava em como prosseguir com seu plano. Enquanto a dor passava, ele esperava que os homens se afastassem carregando os feridos sangrando e gritando de dor. Verificou suas armas, recolheu o arco, as poucas flechas que restavam e sua espada.
Assim que se sentiu capaz se levantou, a Lua ficou envolta de uma densa nuvem, a luz diminuiu, o breu e as árvores esconderam-no e antes que os outros sobreviventes olhassem em sua direção ele desaparecera na escuridão.

Benvenuto

Sejam Bem Vindos a todos! Tragam seus cachimbo! Levantem suas canecas cheias de cerveja! Cantem músicas que sempre cantam, as nunca cantadas e as já esquecidas! Puxem uma cadeira, sentem-se a mesa com seus amigos (ou desconhecidos) e aproveitem o ambiente!